Distância
Algo está mal na narrativa do CoViD e é a distância que percorre. Em contra posição temos matérias mais densas e que voam através da Europa, com origem em África... imagine-se tal coisa.
A física diz que algo mais denso, tem uma trajetória descendente.
Se um caso é possível, um vírus que se encontre em África também é possível propagar-se até à Europa.
Poderá ficar inativo, durante o caminho, mas se uma partícula mais densa consegue andar mais de 6 Mil quilómetros à "vela", então vírus encapsulados em pequenas gotículas conservados através da estrutura da minúscula gota e com as devidas condições atmosféricas, poderá fazer mais ou até menos distância.
Algo está incoerente com a realidade ou mesmo física de um dos casos.
Agora afirmar que a distância de segurança para qualquer vírus é 2m ou mesmo 3m... é negar as condições meteorológicas, que podem arrastar rapidamente para 6m ou mais.
Exercício: Criar mentalmente o trajeto (plano de viagem) de cada partícula que se encontrava em África.
Só a ideia do exercício, mostra algo irreal e cheio de traços. 😄
É mais fácil explicar, através de pulverização efetuada por aviões, que recentemente andam a fazer muito disso.

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