Agenda



Agenda 


XXXXXXX correspondente RTP em Moscovo. 

XXXXXXX correspondente para a SIC em Kiev.


Nestes novos tempos denominam-se correspondentes, ao que antigamente eram chamados de espiões e com o intuito de ter mais informação sobre vários domínios, em outros países.


Fonte SIS (https://www.sis.pt/ameacas), realçando alguns pontos:

  • Que informação procuram os espiões?

    De forma geral, os serviços de informações estrangeiros ou outras entidades de cobertura cumprem prioridades emanadas dos seus governos e procuram aceder a informação classificada ou sensível nas seguintes áreas:

    •  Económica - Neste campo estão vocacionados para a recolha de informação tecnológica, industrial e comercial, de empresas e de instituições públicas, a qual permita colocar em vantagem as empresas e instituições dos seus países;
    •  Militar - Neste domínio procuram obter informação sobre as missões, capacidades e vulnerabilidades das Forças Armadas e das organizações internacionais de defesa e segurança de que Portugal faz parte;
    •  Política – Nesta área procuram recolher elementos de informação sobre assuntos de política interna, bem como sobre o posicionamento do Governo e dos principais agentes políticos portugueses relativamente a dossiers de política externa, principalmente quando estes estão a ser acompanhados no quadro das organizações internacionais. Alguns governos estrangeiros, através dos seus serviços de informações, procuram ainda exercer controlo sobre as comunidades residentes no exterior, tanto para limitar o seu exercício pleno da cidadania, como para fins de espionagem.

"In doing so, we reaffirm our commitment to international law and emphasize that the Agenda is to be implemented in a manner that is consistent with the rights and obligations of states under international law."



Nas palavras de Ban Ki-Moon, “os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são a nossa visão comum para a Humanidade e um contrato social entre os líderes mundiais e os povos”. António Guterres, por sua vez, identificou o apoio ao desenvolvimento sustentável como uma das 3 prioridades do seu mandato à frente da ONU, tal como a promoção da paz e a reforma interna da Organização. De facto, importa ressalvar que esta é uma Agenda com uma dimensão universal, a implementar por todos os países, e não apenas nos países em desenvolvimento, como era o caso dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), no período entre 2000 e 2015.


Ban Ki-moon[a] (Korean: 반기문; Hanja: 潘基文; Korean pronunciation: [ban.ɡi.mun]; born 13 June 1944) is a South Korean politician and diplomat who served as the eighth Secretary-General of the United Nations between 2007 and 2016. 

(...)
Em 13 de outubro de 2006, ele foi eleito o oitavo Secretário-Geral pela Assembleia Geral das Nações Unidas e sucedeu Kofi Annan oficialmente em 1 de janeiro 2007. Ban conduziu inúmeras reformas importantes no tocante à manutenção da paz e à contratação de empregados na ONU. Diplomaticamente, Ban demonstrou opiniões particularmente fortes sobre o conflito de Darfur, onde ele ajudou a persuadir o presidente sudanês Omar al-Bashir a permitir que forças de paz entrassem no Sudão; e sobre o aquecimento global, pressionando repetidamente o ex-presidente dos Estados Unidos George W. Bush sobre a questão. Ban tem recebido duras críticas do Escritório de Serviços de Supervisão Interna da ONU (ESSI), a unidade de auditoria interna da ONU, declarando que o secretariado, sob liderança de Ban, está "à deriva na irrelevância".[3]


NOTA: Neste ponto verifica-se que é uma política de origem externa e com interesses próprios que são antes de 2000. 
A persuasão e tráfico de influências, são claros indicadores e a própria Wikipédia o menciona.
Além disso os Portugueses, vão deixar de ter o seu Hino, vão ter que deixar a sua cultura para aderir a ideais Globais ? 




Agenda 2030: Uma agenda de inovação na gestão pública Fundação Calouste Gulbenkian 10 de maio de 2019





Comments